terça-feira, 5 de julho de 2011

Actividades de ocupação de tempos livres para crianças inspiradas em obras de artistas visuais contemporâneos


Horário:dias 11,12,13 e 20,21,22 das 15h00 as 17h00
Preço:150  euros com material incluído
Idades:6 aos 12 anos
Formadora:Cátia Cóias
Local:Flausina, Espaço Cultural,Calçada dos Barbadinhos 54/B (junto à Graça)
Bio:Cátia Cóias, nasceu em 1978, em Lisboa, onde vive e trabalha.
Possui formação de fotografia pela Arco (Lisboa) e de  Belas-Artes pela London Metropolitan University (Londres).
Possui no currículo várias exposições individuais e colectivas em galerias –Cinema São Jorge ,Galeria Quadrum, Voyeur Project View , Espaço Maus Hábitos, Museu da Cidade etc..-, museus e bibliotecas, e ainda parcerias diversas de natureza trasdisciplinar.
Fundadora da Plataforma de Acção Fotográfica (uma plataforma sócio -cultural que explora a  fotografia como um instrumento de inclusão social)e do projecto Jardins Sonoros (que estabelece uma relação entre som e espaço, assim como as implicações de novos meios de comunicação em novos espaços ambientais envolvendo a participação de público).


Objectivos gerais
As múltiplas linguagens da arte contemporânea estabelecem novos códigos de expressão e nesse sentido, de forma a promover um desenvolvimento social e humano mais saudável nas crianças e nos jovens, é importante aproximar estas novas linguagens destes grupos, relacionando-os esteticamente com o seu quotidiano através da construção de um vocabulário próprio a partir de expressões artísticas que lhe sejam contemporâneas.


Actividade #1 Vamos fazer arte e performance!(Bruce Nauman)
Actividade #2: Vamos descobrir novas invenções científicas através do desenho!(Leonardo da Vinci)
Actividade# 3: Vamos aprender técnicas de grafitti e stencil !(Os Gémeos, Banksy)
Actividade # 4:Vamos fazer Auto Retratos! (Frida Khalo,Marlene Dumas)
Actividade # 5: Vamos conhecer o homem verde e o homem amarelo!(Gilbert and George)
Actividade #6 :Vamos transformar objectos vulgares em coloridas peças de Arte Pop!(Andy Warhol)
Actividade # 7:Vamos contar histórias!( Sophie Calle,Paula Rego)
Actividade # 8:Colagens doidas!(Tony Cragg)
Actividade # 9: Vamos construir um mapa da mente( Simon Patterson)
Actividade # 10 :Pintura sobre fotografia (John Baldessari)

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Workshop de fotogramas/Esculturas de luz


Workshop de fotogramas/Esculturas de luz



Min. de 3 máx de 15 participantes
Duração:3 horas
Preço (NÃO inclui materiais)
Público alvo: crianças


Objectivos


Fotogramas na linguagem dos fotógrafos, é aquilo de que é composto os filmes de
fotografia, que na linguagem popular se dá o nome de rolos fotográficos. Existem
diversos tipos de rolos com 24, 36 ou mais fotografias (com a designação também
de fotogramas ou ainda negativos), muitas vezes vendida também a metro.
Fotogramas também é o tipo de designação que se dá à realização da fotografia
apenas em papel fotográfico, sendo os seus elementos constituídos apenas por
mera composição criativa. Este tipo de técnica de fotografia era conhecido como
“rayogramas” devido ao facto de um dos seus primeiros percursores desta técnica
ter sido Man Ray.
Por outras palavras, num laboratório de fotografia (ou na improvisação da falta
deste, na casa de banho) coloquemos uma folha de papel fotográfico numa mesa.
De seguida coloquemos em cima desta folha de papel fotográfico vários elementos
tendo em conta uma composição cuidadosa, de forma a criar o que pretendemos.
Como se pode ver a realização dos fotogramas é simples: num ambiente em que
exista somente dois pontos de luz artificial, sendo uma das fontes de iluminação
vermelha. Trabalhemos sempre num ambiente de iluminação vermelha, façamos
inicialmente a composição dos elementos (ou objectos) por cima da folha
fotográfica e depois expondo à luz branca (ou incolor), o papel fotográfico vai ficar
sensibilizado às sombras (zonas em que irá ficar branco no papel revelado) ou à
iluminação directa (zonas em que irá ficar preto no papel fotográfico) tendo o
cuidado de controlar o tempo de exposição (num ampliador 2 a 3 segundos poderá
ser o tempo suficiente).
Deve se trabalhar num ambiente de iluminação vermelha. Em relação aos químicos
do processo da revelação das fotografias a preto e branco obedece ás 3 fases
nomeadamente (1) a revelação (onde é revelado o filme e aparece a imagem no
papel) passando depois de escorrido a química desta fase para a fase seguinte
que é um (2) banho de passagem pois este é só constituído apenas de água para
se proceder à lavagem residual do revelador que ficou aderente ao papel. Depois
de se ter escorrido bem a água do banho de passagem, procede-se á ultima fase
(3) a fixação, que como o próprio nome indica trata-se de efectuar a fixação ou
“congelamento” dos químicos (deve ficar o maior tempo possível desde 3 minutos
até 30 minutos dependendo da marca do fixador a utilizar) pois se não existisse
esta função a fotografia não existia.
Só após ter mergulhado nos líquidos da fixação é que se pode ligar proceder á
ligação da iluminação branca (ou incolor).
Em seguida procede-se à secagem do papel fotográfico devendo de preferência
ficar o mesmo suspenso numa corda apenas com uma mola num canto do papel
fotográfico para que se proceda à uniformização da secagem em todo o papel.


Materiais


Papel fotográfico, vários objectos, naturais e artificiais, luz branca, sala escura com luz
vermelha e tinas com líquido revelador e fixador.




Sobre a formadora



Cátia Cóias, nasceu em 1978, em Lisboa, onde vive e trabalha.
Possui formação de fotografia pela Arco (Lisboa) e de Belas-Artes pela London Metropolitan University (Londres).
Possui no currículo várias exposições individuais e colectivas em galerias –Cinema São Jorg,Galeria Quadrum, Voyeur Project View , Espaço Maus Hábitos, Museu da Cidade etc.-, 
museus e bibliotecas, e ainda parcerias diversas de natureza transdisciplinar.
Fundadora da Plataforma de Acção Fotográfica (uma plataforma sócio -cultural que explora a fotografia como um instrumento de inclusão social)e do projecto Jardins Sonoros (que estabelece uma relação entre som e espaço, assim como as implicações de novos meios de comunicação em novos espaços ambientais envolvendo a participação de público).





Workshop de Pinhole/Criação de uma câmara estenopeica


Workshop: Pinhole/Criação de uma câmara estenopeica

Os participantes neste workshop transformarão uma caixa de sapatos de cartão numa máquina fotográfica rudimentar e farão imagens a preto e branco com esse dispositivo.

Min. de 4 máx de 15 participantes
Dia 17 de Julho.Domingo
Duração:das 16h as 18h
Preço: 30 euros (inclui material, no entanto os participantes deverão trazer caixas de sapatos de casa)
Público alvo: Público em geral , crianças a partir dos 10 anos
Local: Flausina Espaço Cultural 54/B Lisboa (junto à Graça) 
Formadora:Cátia Cóias



Objectivos

Para encontrarmos os antecedentes mais longínquos da fotografia temos que recuar até descobrirmos textos de Aristóteles, do séc. III A.C., em que é descrito pela primeira vez o fenómeno que permite que uma imagem se forme no interior da câmara escura. No final do século XV Leonardo da Vinci, construiu e utilizou, como auxiliar para o desenho, este dispositivo a que chamou  de câmara escura.
Através de uma “pedagogia da descoberta”, pretende-se que no final do workshop os participantes sejam capazes de entender as razões físicas que estão associadas à execução de fotografias sem câmara e através dos meios mais elementares que a câmara estenopeica representa, como parente da câmara escura dos desenhistas do passado. Pretende-se também sensibilizar os participantes para uma estética da fotografia fundamentada na simplicidade.
Os participantes neste workshop transformarão uma caixa de sapatos de cartão numa máquina fotográfica rudimentar e farão imagens a preto e branco com esse dispositivo. Durante o curso será também realizado o processamento e impressão das fotografias criadas por via convencional em laboratório preto e branco, bem como por via digital através de um scanner

Materiais

Papel fotográfico, caixas (de sapatos etc.), agulhas de coser tamanho 10 ou 12, tinas, pinças, químicos, espaço fechado escuro com luz vermelha.


Imagens realizadas em workshops anteriores



 fig.1. Interior


 Fig.2. Rua


Fig.3.Retrato
  

  Fig.4.Detalhe de loja

Workshop Habitar as minhas mãos


Habitar as minhas mãos

Um workshop sobre os sentidos


Para crianças dos 7 aos 14 anos
Min. de 4 máx de 7 participantes
Duração: 3 horas
Preço (inclui materiais)

Qual é a cor de uma melodia?
A que cheira uma nuvem?
Que textura têm um miar de um gato, ou o latir de um cão?

Objectivos

Procurar novos modos de expandir a aprofundar contactos e ampliar todos os nossos sentidos. Neste workshop, através da observação e experimentação, propomos criar momentos de formação, de lazer, de reflexão, partilha de conhecimentos, de emoções, afectos, sabores e valores.
Pretende-se que,por momentos o sentido da visão seja relegado para um segundo lugar,dando principal relevânçia aos outros sentidos,por vezes algo descurados:o quinestésico(tacto),o olfactivo e o auditivo,através da exploração sensitiva e lúdica de diferentes texturas,sons e propostas olfactivas.
-Desenvolver a motricidade fina;
-Desenvolver a criatividade e a imaginação;
-Promover a educação artística de modo a sensibilizar para as diferentes formas de expressão;
-Participar em trabalhos de grupo;
-Promover a cooperação;
-Aperfeiçoar a expressividade;
-Favorecer e facilitar a concentração e a descontracção;

 Objectivos específicos

Estimular o gosto pelas descobertas - temas, materiais,
técnicas o uso do desenho e da pintura.
Olhar e ver - o espaço, as formas, o corpo - o eu e o outro.
Enriquecer a linguagem expressiva.·
Promover a ampliação da comunicabilidade, da integração, da
interacção.

Materiais


Papel branco,vários materiais rsicadores,barro e/ou plasticina ,aparelhagem com várias gravações de sons,materiais naturais e artificiais com texturas diversificadas,especiarias,perfumes,tabaco,insenso,alimentos* etc…
*queijo,leite,sumo,sopa,fruta,chocolate,batatas fritas,chouriço,prato de comida de carne e um de peixe etc…


Local
Lisboa,Alameda das Linhas de Torres a 5 minutos do metro.


Sobre a Formadora

Cátia Cóias, nasceu em 1978, em Lisboa, onde vive e trabalha.
Possui formação de fotografia pela Arco (Lisboa) e de Belas-Artes pela London Metropolitan University (Londres).
Possui no currículo várias exposições individuais e colectivas em galerias –Cinema São Jorge ,Galeria Quadrum, Voyeur Project View , Espaço Maus Hábitos, Museu da Cidade etc.-, museus e bibliotecas, e ainda parcerias diversas de natureza transdisciplinar.
 Fundadora da Plataforma de Acção Fotográfica (uma plataforma sócio -cultural que explora a fotografia como um instrumento de inclusão social)e do projecto Jardins Sonoros (que estabelece uma relação entre som e espaço, assim como as implicações de novos meios de comunicação em novos espaços ambientais envolvendo a participação de público). 

Workshop de desenho (contextualizado da realidade)


Workshop de desenho
O desenho descontextualizado da realidade

Min. de 4 máx de 7 participantes
Duração:12 horas
Preço(inclui material
Público alvo:Adultos,Professores,Animadores,Educadores


Objectivos
“A linha geométrica é um ser invisível; é o rasto do ponto em movimento;portanto ,é a sua sua resultante.A linha nasce do movimento;podemos falar aqui da explosão do estático para o dinâmico.”
(IN Point,ligne,plan-Kandisky)
Mas afinal o que é o desenho? Poder-se-á dizer que o desenho não se cinge única e exclusivamente às práticas base das artes plásticas como a pintura,a escultura,a arquitectura.Ele-o desenho-alarga-se até á escrita(desenho com letras),á música(desenho com notas de música),á fotografia(desenho com luz),á sonoplastia(desenho de luz),á dança/peformance/teatro(desenho com o corpo),ao vídeo(desenho com luz/movimento) entre muitas outras áreas…
O desenho é então a base de qualquer arte.Uma base de uma riqueza verdadeiramente rica e extensível.
Será  sobre esta esta variedade que se tentará desenvolver este workshop de um mês(2 horas por semana),sendo que  o objectivo primário deste,não que os participantes aprendam a desenhar cavalos e a fazer retratos com toda a perfeição,mas que muito pelo contrário, que aprendam a desconstruir o real com o olhar e consequentemente levar a mão a acompanhar o olhar que regista esta “nova”realidade.Mesmo para quem quer aprender a desenhar tecnicamente e rigorosamente bem,é importante que primeiro desconstrua todos os vícios do olhar para depois começar a construir.Como tal ,este workshop é aconselhado não só para quem nunca desenhou e pouco á vontade se sente com esta técnica ,como também a quem se sente relativamente familiarizado com o processo de desenho,na medida que como acima referi, para obrigar a cair por terra determinados vícios, num processo saudável de “deseducação”  da mão.Será um workshop essencialmente prático(80%) no qual paralelamente um projecto de  será desenvolvido individualmente por cada participante.

Objectivos especificos:
-Estimular o gosto pelas descobertas;
-Olhar e ver - o espaço, as formas, o corpo - o eu e o outro;
-Enriquecer a linguagem expressiva;
-Promover a ampliação da comunicabilidade, da integração, da
interacção;
-Desenvolver a criatividade e a imaginação;
-Participar em trabalhos de grupo;
-Promover a cooperação;
-Aperfeiçoar a expressividade e a exactidão do olhar;
-Favorecer e facilitar a concentração e a descontracção;
-Desenvolver a criatividade e a imaginação;
-Participar em trabalhos de grupo;
-Promover a cooperação;
-Aperfeiçoar a expressividade e a exactidão do olhar;
-Favorecer e facilitar a concentração e a descontracção;

Estrutura do workshop


Ao longo de 4 semanas (uma vez por semana) são propostos aos participantes vários exercícios de desconstrução do olhar, como desenhar o outro e o espaço físico envolvente sem levantar a mão da folha de papel, desenhar com a mão esquerda, desenhar de olhos fechados, imaginar outros pontos de vista do olhar, registar objectos de memória(objectos que nos sejam familiares no nosso dia-a-dia mas que porém nunca “olhamos”para eles),registar vários objectos de memória apresentados simultaneamente durante um curto espaço de tempo,  desenhar o colega da frente em 30 segundos, visionar desenhos de grandes mestres como da vinci e analisa-los,assim como desenhos de crianças de 3 anos. Serão também visionados, analisados e discutidos trabalhos de muitos outros artistas das mais variadas áreas(literatura,música,teatro,dança etc…)

Materiais
Folhas de papel branco vários tamanhos, grafites de várias graduações (material fornecido e incluído no valor total)

Calendarização
Setembro 2011

Local de realização
Alameda das Linhas de Torres, Campo Grande, Lisboa

Duração
12 horas

Sobre a formadora:
Cátia Cóias, nasceu em 1978, em Lisboa, onde vive e trabalha.
Possui formação de fotografia pela Arco (Lisboa) e de Belas-Artes pela London Metropolitan University (Londres).
Possui no currículo várias exposições individuais e colectivas em galerias –Cinema São Jorge ,Galeria Quadrum, Voyeur Project View , Espaço Maus Hábitos, Museu da Cidade etc.-, museus e bibliotecas, e ainda parcerias diversas de natureza transdisciplinar.
Fundadora da Plataforma de Acção Fotográfica (uma plataforma sócio -cultural que explora a fotografia como um instrumento de inclusão social)e do projecto Jardins Sonoros (que estabelece uma relação entre som e espaço, assim como as implicações de novos meios de comunicação em novos espaços ambientais envolvendo a participação de público).


Workshops de desenho, pintura e artes decorativas (com material incluido) em atelier localizado em Lisboa, a 5 minutos do metro.

Desenho


Ilustração Científica
Ilustração infantil
Ilustração editorial para imprensa
Banda Desenhada
Ilustração (colagem, desenho e pintura)
Desenho de corpo humano
Street Art / Grafitti
Desenho para moda
Desenho livre:O desenho descontextualizado da realidade
(formadora:Cátia Cóias)


Pintura

Técnica de Aguarela
Pintura a óleo
Pintura a acrílico
Pintura a pastel seco
Pintura a pastel de óleo


Artes decorativas

Origami
Bordados e outras aplicações
Técnicas de pintura em marfinite
Vitral
Bijuteria
Découpage com guardanapo
Pintura em vidro
Técnicas de conservação e restauro


Fotografia


Pinhole e fotogramas (formadora:Cátia Cóias)


Crianças (decorrem aos sábados e domingos de manhã)

Fotografia pinhole/construção de uma câmara estenopeica (formadora:Cátia Cóias)
Esculturas de luz/Fotogramas (formadora:Cátia Cóias)
Pintar com luz (formadora:Cátia Cóias)
Habitar as minhas mãos:workshop sobre os sentidos (formadora: Cátia Cóias)

Apresentação

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